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As aulas gratuitas para profissionais de dança oferecidas pelo festival internacional Dança em Trânsito completam cinco meses consecutivos e se encerram em outubro trazendo diferentes propostas apresentadas pelas coreógrafas AnaVitória, radicada em Portugal, Camila Fersi, Carolyna Aguiar, Esther Weitzman e a alemã Stephanie Thiersch.

Sempre às sextas-feiras, as aulas têm duração de 1h30 e são gratuitas e online, mediante inscrição. Para participar é necessário enviar um breve currículo, de até três linhas, para o emailonline@espacotapias.com.br. Algumas aulas serão disponibilizadas para o públicono canal do YouTube do Espaço Tápias.

 

19ª Edição

A 19ª edição do Dança em Trânsito começa em 6 de novembro e segue até 18 de dezembro em formato híbrido, presencial e online, envolvendo23 cidades de nove estados das cinco regiões do país. Mais informações serão divulgadas à frente. Apresentado pelo Ministério do Turismo, o festival internacional é apresentado e patrocinado pelo Instituto Cultural Vale, Banco do Brasil e Engie.

O mês será aberto com a coreógrafa e bailarina AnaVitória, radicada em Portugal, que no dia 1º de outubroapresenta um conjunto de técnicas que foram criadas pela bailarina e mestra de dança contemporânea Angel Vianna, figura fundamental na cena brasileira desde a década de 50. “O acontecimento aula do papel criado por Angel em 2002 é mais uma mostra de como o advento da arte contemporânea se revela cada vez mais inesgotável e surpreendente”, destaca a coreógrafa. Neste encontro, os jogos corporais e a conscientização do corpo sensível são ativados em sua multissensorialidade a fim de se chegar a um corpo presente e vibrátil, onde tônus muscular e afetivo sejam convocados para se criar novos estados de presença do performer-bailarino-intérprete.

No dia 8, Camila Fersi faz uma oficina de improvisação, que promove um compartilhamento de táticas sobre produção de danças e dramaturgias através da Improvisação e sua relação com os dispositivos tecnológicos. Esta aula está inserida no contexto pandêmico mundial e, portanto, lida com as condições de cada participante estar em um lugar e de serem mediados por suas câmeras, como condição dramatúrgica ou performativa.A aula acontece através de breve conversa sobre roteiros de improvisação e parte para a experimentação e criação de roteiro instantâneo que será dançado/performado por todos.

Para o encontro virtual com profissionais no dia 15, a alemã Stephanie Thiersch está propondo uma aula de pesquisa e composição voltada para uma reflexão sobre o corpo e a imagem. Composições baseadas em visuais do cotidiano, nas representações de corpos em ambientes urbanos, como através da publicidade. Os alunos lidarão com Tableaux Vivants (pinturas vivas) como uma forma de arte coreográfica.

Carolyna Aguiar preparou para a aula do dia 22 um trabalho de potência e entrega, iniciado com uma série simples de exercícios para liberar as articulações. Na Série do butô, os movimentos trabalham e condensam a força no centro do corpo, força usada para se recuperar e curar. Na Caminhada zen, alinha-se a respiração com o movimento, pausas da respiração e equilíbrio. E por fim, um improviso com música.

Dança e Criação é a aula de encerramento, no dia 29, com a coreógrafa, professora, bailarina e preparadora corporal Esther Weitzman. Ela criou a sua Companhia de Dança em 1999, firmando-se como coreógrafa no cenário da dança brasileira com vários prêmios e indicações recebidas. Especialista em Arte e Filosofia (PUC/RJ, 2006), formada em dança pela Escola Angel Vianna. Suas últimas criações foram As Histórias Que Inventamos Sobre Nós, Dançar (não) é preciso, Jogo de Damas e O tempo do meio. Fundou, em 1992, o famoso Studio Casa de Pedra – Centro de Educação e Arte do Movimento, sede da sua Companhia de Dança. Integra o corpo docente do Curso de dança da Faculdade Angel Vianna.

Bios

 

AnaVitória é Pós Doutora em Artes da Performance (Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa – Portugal) e PhD. em Artes – Performances do Corpo pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO/Brasil). Coordenadora Adjunta do Mestrado Profissional em Dança na contemporaneidade – PPGPDAN da Faculdade Angel Vianna e do Curso de Pós-Graduação em Preparação Corporal para as Artes Cênicas – FAV/Brasil e Investigadora colaboradora pelo Inet-MD (FMH-UL-Portugal), Sens-Lab (Canadá) e NEPAA (Núcleo de estudos da Performance Afro-Ameríndia – Brasil). A partir 2018 passa a residir em Portugal aonde segue desenvolvendo seu trabalho artístico-pedagógico sobre poéticas autoperformativas. Coreógrafa premiada; Prêmio Melhor Coreógrafa APCA – 1997, Prêmio MAMBEMBE de Melhor Coreógrafa – 1998 e Prêmio RIO DANÇA -1999, entre outros, tem seu trabalho reconhecido no Brasil e no exterior, e conta do seu repertório mais de 30 obras coreográficas e performáticas, entre os seus solos como intérprete-criadora e espetáculos para Cias e Grupos de dança. Suas criações autorais levaram companhias brasileiras e estrangeiras a convidá-la para criar e remontar suas obras coreográficas.

Camila Fersi é artista da cena, pesquisadora das dramaturgias contemporâneas e professora de dança. Mineira, residente no Rio há 18 anos, já atuou, como bailarina e assistente de direção, com diversos diretores/coreógrafos. É artista residente do Centro Coreográfico do Rio; curadora da Mostra 69 e da Monstra. Seu projeto mais recente é o Campo Aberto, encontro de Improvisação e Composição, ação contínua durante o período pandêmico, que mobiliza artistas e não artistas na produção de dramaturgias sociais e artísticas.

A diretora e coreógrafa Stephanie Thiersch (imagem de capa) vê seu trabalho coreográfico em um contexto mais amplo de pesquisa de movimento interdisciplinar, que inicialmente incorpora novas mídias e artes visuais, e atualmente principalmente música no pensamento coreográfico. Os dançarinos de sua companhia diferem explicitamente em origem e estilo de dança e são relativamente livres interpretando as partituras de Thiersch muitas vezes visuais. A música e sua relação com o movimento desempenham um papel fundamental na criação de suas peças. Ela, portanto, entra em alianças artísticas intensas com compositores e músicos (Brigitta Muntendorf, Asasello Quartet, Les Siècles Orchestra ou DJ Elephant Power, Dodo NKishi) e cria a linguagem coreográfica com ideias específicas para palco, figurino e iluminação. O estilo consistentemente híbrido das peças é bem representado em turnês ao redor do mundo (América do Sul, Leste Asiático, Japão, África, Europa), na Alemanha regularmente em, por exemplo, tanzhaus nrw, Tanz im August Berlin ou em Théatre de Nimes na França.

Atriz, bailarina, preparadora corporal, performer e produtora cultural, Carolyna Aguiar é formada na Escola e Faculdade Angel Vianna de Dança Contemporânea, em várias modalidades de Hatha Yoga e recémformada na Estar, Escola da Técnica Alexander do Rio de Janeiro. Atua no teatro e na televisão desde 1988. Foi dirigida por grandes nomes, como Sérgio Britto, Domingos de Oliveira, Paulo José, Mauro Rasi, Luiz Arthur Nunes, Eduardo Wotzik. Em 1993 ganhou 2 prêmios de atriz revelação por sua atuação na novela Fera Ferida de Aguinaldo Silva. Dançou no espetáculo “Terras” na Companhia de Esther Weitzman, eleito o melhor espetáculo de dança contemporânea do Rio de Janeiro em 1999/2000. Como produtora idealizou, realizou e atuou em diversos projetos: A peça infantil “O conto da ilha desconhecida” de José Saramago, direção e adaptação de Bel Kutner e Maria Clara Mattos, em 2008. Por esse trabalho foi indicada ao prêmio de melhor atriz de teatro infantil e a peça recebeu os prêmios Zilka Salaberry de melhor direção e trilha sonora. O filme “Meus dois amores” de José Carvalho, adaptado de um conto de Guimarães Rosa, com direção de Luiz Henrique Rios, em 2015.

Serviço

Aulas de Dança Contemporânea / Manutenção para profissionais de dança e artes cênicas

PROGRAMAÇÃO DE OUTUBRO (sempre às sextas)

01/10 Aula do papel, com AnaVitória (Portugal)

08/10 Oficina de improvisação, com Camila Fersi (Brasil)

15/10 Pesquisa e composição, com Sthephanie Thiersch (Alemanha)

22/10 Preparando o corpo para a performance e despreparando-se para estar presente, com Carolyna Aguiar (Brasil)

29/10 Dança e Criação, com Esther Weitzman (Brasil)

Horário: 13h30 às 15h, na plataforma Zoom

Inscrições: envio de currículo (3 linhas) para o email online@espacotapias.com.br

 

Apresentado por:

MINISTÉRIO DO TURISMO

Apresentado e Patrocinado por:

INSTITUTO CULTURAL VALE

BANCO DO BRASIL

ENGIE

Realização:

ESPAÇO TÁPIAS

SECRETARIA ESPECIAL DE CULTURA  

MINISTÉRIO DO TURISMO 

GOVERNO FEDERAL – PÁTRIA AMADA BRASIL

Dança em Trânsito

Criado em 2002, o Dança em Trânsito é um festival internacional de dança contemporânea que tem por objetivo valorizar, promover e democratizar esta expressão artística, seja pelo intenso intercâmbio entre artistas e companhias do Brasil e do exterior, como também pela itinerância, percorrendo desde as grandes cidades até pequenas localidades no interior do Brasil, em teatros ou espaços públicos. Sua atuação abrange ainda residências artísticas, com oficinas de criação, e workshops, abrindo canais para novos talentos da dança, e a formação de plateias, estimulando o interesse pelas artes e pela dança. O festival é parte do projeto Ciudades Que Danzan, que reúne 41 cidades em diversas partes do mundo com o intuito de difundir a dança contemporânea. Desde a sua criação, o Dança em Trânsito já realizou mais de 650 apresentações de dança contemporânea, abrangendo 103 companhias nacionais e 59 internacionais, de 18 países, passando por26 cidades no Brasil e no exterior, para um público de mais de 48 mil pessoas. A edição 2020, 100% online, envolveu 739 participantes de 68 cidades e 18 países, com um total, entre transmissões e redes sociais, de mais de 170 mil acessos.

Informações para a imprensa:
Leila Grimming
leilagrimming.imprensa@gmail.com
Tel: 21 98112-3390

 

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O Dança em Trânsito promove aulas gratuitas para profissionais com professores de destaque da cena contemporânea. Realizadas desde 4 de junho, as aulas para profissionais de dança oferecidas pelo festival internacional Dança em Trânsito entram no terceiro mês trazendo nomes como Christian Moyano (Montevidéu, Uruguai), Alex Neoral (RJ) e Mário Nascimento (MT).

Sempre às sextas-feiras, as aulas têm duração de 1h30 e são gratuitas e online, mediante inscrição. Para participar é necessário enviar um breve currículo, de até três linhas, para o email online@espacotapias.com.br. As aulas serão disponibilizadas para o público no canal do YouTube do Espaço Tápias.

Abrindo as duas primeiras semanas da programação de agosto, nos dias 6 e 13, o uruguaio Christian Moyano fará um “convite para trabalhar o corpo potencial, em diálogo entre o impulso e a criatividade reflexiva”, resume. No dia 20, Alex Neoral parte dos métodos de composição, movimentos, sensações e vivências que serviram como impulsos criativos para as obras da Focus Cia de Dança coreografadas por ele para fazer uma preparação técnica forte, que mescla princípios da dança clássica com abordagens de um corpo contemporâneo, frases de solo e sequências coreográficas. Já o bailarino, professor e coreógrafo Mário Nascimento encerra o mês, no dia 27, com uma proposta que visa abrir os canais para a criação. “A partir da linguagem e técnica próprias da minha vivência, farei trabalhos de solo, explorações de planos e alturas, expansão e células de movimentos”, explica.

A 19ª edição do Dança em Trânsito começa em outubro e segue até dezembro em formato híbrido, presencial e online, percorrendo diversas cidades. Mais informações serão divulgadas à frente. Apresentado pelo Ministério do Turismo, o festival internacional é patrocinado pelo Instituto Cultural Vale e Engie.

 

BIOS

Christian Moyano

Graduado na Escola Nacional de Dança SODRE, no Uruguai, Moyano é bailarino e coreógrafo há dez anos, tendo dançado clássicos como Giselle e Lago dos Cisnes, com a SODRE National Ballet, dirigida por Julio Bocca, além de espetáculos contemporâneos em companhias como a Cia de Dança Martín Inthamoussú.

 

Alex Neoral

Alex Neoral iniciou seus estudos em dança em 1994. Fez parte de companhias cariocas como Cia de Dança Deborah Colker, Nós da Dança, Grupo Tápias e Cia Vacilou Dançou. Em 2000, fundou a Focus Cia de Dança, atualmente uma das mais atuantes do Brasil, tendo se apresentado em mais de 90 cidades brasileiras, assim como em mais de uma dezena de países, como Alemanha, Itália, França, Portugal, Estados Unidos e Colômbia. Como professor de dança contemporânea, ministrou aulas em Washington DC, Canadá e na Itália, além de vários workshops pelo Brasil. Como coreógrafo convidado fez inúmeros trabalhos, destacando a remontagem de Pathways para o CityDance Ensemble de Washington DC, peças inéditas para Teatro Bolshoi no Brasil, Cia Nós da Dança e São Paulo Cia de Dança, além de musicais e peças teatrais. É coreógrafo da comissão de frente da Unidos da Viradouro há 12 anos. Em 2016, sua cia foi agraciada com a Comenda Ordem do Mérito Cultural, o prêmio mais importante do Ministério da Cultura.

 

Mário Nascimento

Em seus 30 anos de carreira como Bailarino, Professor e acima de tudo Criador, Mário Nascimento construiu uma assinatura própria, um jeito de fazer dança, ou melhor, de construir a sua dança. Sua trajetória tem como bases técnicas a Dança Moderna e clássica, Artes Marciais, Atletismo, Música (percussão) e técnicas de Dança Contemporânea. Desde 2020 é diretor artístico do Corpo de Dança do Amazonas (CDA).

 

SERVIÇO:

Aulas de Dança Contemporânea / Manutenção para profissionais de dança e artes cênicas

PROGRAMAÇÃO DE AGOSTO (sempre às sextas)

06 – Christian Moyano (Montevidéu, Uruguai)

13 – Christian Moyano (Montevidéu, Uruguai)

20 – Alex Neoral (Rio de Janeiro, Brasil)

27 – Mário Nascimento (Manaus, Brasil)

Horário: 13h30 às 15h

Inscrições: envio de currículo (3 linhas) para o email online@espacotapias.com.br

 

Apresentado por:

MINISTÉRIO DO TURISMO

Patrocinado por:

INSTITUTO CULTURAL VALE

ENGIE

Realização:

ESPAÇO TÁPIAS

SECRETARIA ESPECIAL DE CULTURA

MINISTÉRIO DO TURISMO

GOVERNO FEDERAL – PÁTRIA AMADA BRASIL

 

Dança em Trânsito

Criado em 2002, o Dança em Trânsito é um festival internacional de dança contemporânea que tem por objetivo valorizar, promover e democratizar esta expressão artística, seja pelo intenso intercâmbio entre artistas e companhias do Brasil e do exterior, como também pela itinerância, percorrendo desde as grandes cidades até pequenas localidades no interior do Brasil, em teatros ou espaços públicos. Sua atuação abrange ainda residências artísticas, com oficinas de criação, e workshops, abrindo canais para novos talentos da dança, e a formação de plateias, estimulando o interesse pelas artes e pela dança. O festival é parte do projeto Ciudades Que Danzan, que reúne 41 cidades em diversas partes do mundo com o intuito de difundir a dança contemporânea. Desde a sua criação, o Dança em Trânsito já realizou mais de 650 apresentações de dança contemporânea, abrangendo 103 companhias nacionais e 59 internacionais, de 18 países, passando por 26 cidades no Brasil e no exterior, para um público de mais de 48 mil pessoas. A edição 2020, 100% online, envolveu 739 participantes de 68 cidades e 18 países, com um total, entre transmissões e redes sociais, de mais de 170 mil acessos.

Sobre o Instituto Cultural Vale

O Instituto Cultural Vale parte do princípio de que viver a cultura possibilita às pessoas ampliarem sua visão de mundo e criarem novas perspectivas de futuro. Tem um importante papel na transformação social e busca democratizar o acesso e fomentar a arte, a cultura, o conhecimento e a difusão de diversas expressões artísticas do nosso país, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia criativa. Em 2021, são mais de 150 projetos criados, apoiados ou patrocinados em 24 estados e no Distrito Federal. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados pela Vale via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Visite o site do Instituto Cultural Vale para saber mais sobre sua atuação: institutoculturalvale.org.

Sobre a ENGIE Brasil

No Brasil, a ENGIE é a maior produtora privada de energia elétrica no país, operando uma capacidade instalada de 10.290 MW em 32 usinas em todo o Brasil, o que representa cerca de 6% da capacidade do país. O Grupo possui 90% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes limpas, renováveis e com baixas emissões de gases de efeito estufa, posição que tem sido reforçada pela construção de novas eólicas no nordeste do país e por uma das maiores hidrelétricas do País, Jirau (3.750 MW), localizada no rio Madeira e que foi inaugurada em dezembro de 2016.

O Grupo também atua na área geração solar distribuída e oferece serviços relacionados à energia, engenharia e integração de sistemas, atuando no desenvolvimento de sistemas de telecomunicação e segurança, iluminação pública e mobilidade urbana para cidades inteligentes, infraestruturas e a indústria de óleo e gás. Contando com 3.000 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2016 um faturamento de R$ 6 bilhões.

Informações para a imprensa:
Leila Grimming
leilagrimming.imprensa@gmail.com
Tel: 21 98112-3390

 

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Flávia Tápias (RJ), Rosa Antuña (MG), Marie Urvoy (Lyon, França) e Clara da Costa (RJ) trazem sua ampla experiência como coreógrafas, bailarinas e professoras de dança contemporânea para o curso livre iniciado em 4 de junho, que marca as primeiras ações do festival este ano.

Sempre às sextas-feiras, as aulas têm duração de 1h30 e são gratuitas e online, mediante inscrição. Para participar é necessário enviar um breve currículo, de até três linhas, para o email online@espacotapias.com.br. As aulas serão disponibilizadas no canal do YouTube do Espaço Tápias.

Coreógrafa, intérprete, diretora de movimento e professora de dança contemporânea graduada pela Faculdade Angel Vianna, no Brasil, Flávia Tápias abre o mês de julho com um trabalho focado em aprofundar a preparação do intérprete para os diversos desdobramentos da dança contemporânea. Na aula, serão abordadas técnicas de base da linguagem específica do movimento, consciência corporal, uso das articulações, coordenação, equilíbrio, força e energia, técnicas de queda com consciência, teatralização do movimento, entre outros aspectos da dança contemporânea.

Na sequência, a diretora, coreógrafa, bailarina e professora de dança Rosa Antuña trabalhará, em dois encontros, o alongamento e tônus do corpo do bailarino, pensando em sua cadeia muscular, a maleabilidade da coluna e as mudanças de plano e de velocidade, assim como a alternância entre suspensão e peso, com o intuito de manter o bailarino motivado e com o corpo em estado de alerta e presença, pronto para dançar.

Formada no Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Paris, a francesa Marie Urvoy, que atualmente trabalha com o Grupo Tápias e outras companhias na Europa, apresenta, na quarta semana, uma aula de improvisação em dança contemporânea.

Encerrando o mês de julho, a bailarina, coreógrafa e educadora carioca Clara da Costa apresenta o workshop Corpo Único. Através de exercícios guiados de improvisação, explora a confiança do corpo em suas habilidades de adaptação, permitindo que este se movimente de forma orgânica, intuitiva, segura. O trabalho visa despertar a potência do corpo inteligente, pensante e único para obter a sua máxima potencialidade, explorando novas possibilidades e permitindo a descoberta de diferentes formas de movimentação.

A 19ª edição do Dança em Trânsito começa em outubro e segue até dezembro em formato híbrido, presencial e online, percorrendo diversas cidades. Mais informações serão divulgadas à frente. Apresentado pelo Ministério do Turismo, o festival internacional é patrocinado pelo Instituto Cultural Vale e Engie.

BIOS

Flávia Tápias


Coreógrafa, intérprete, diretora de movimento e professora de dança contemporânea graduada pela Faculdade Angel Vianna no Brasil. É integrante do Grupo Tápias desde 1998, no qual atua hoje como Diretora. Fundou o Grupo Tápias.France em 2012 em Paris, cidade que a acolheu em diversas residências artísticas e coproduziu os últimos trabalhos da companhia por diferentes instituições culturais especialmente do Les Bords de Scènes.

Diretora artística do Festival Tápias, é diretora e curadora junto à Giselle Tápias dos festivais internacionais de dança contemporânea Dança em Trânsito e Correios em Movimento, realizados no Brasil.

Atua como professora de técnica de dança contemporânea/Método Tápias e composição coreográfica em diversos festivais e mostras internacionais. Nestes últimos anos se apresentou em Portugal, França, Itália, Bélgica, República Tcheca, EUA, Coreia do Sul etc.

Atuou como diretora de movimento e coreógrafa em diversos eventos corporativos tais como: Rock in Rio, 2019; Vet in RIO, 2019; Moda em Movimento, 2018; Verão no Rio ZOO, 2018; Prêmio Brasil Olímpico, 2017; Engie Innovation WEEK, 2018; Skol Summer ON, 2016; dentre muitos outros.

Rosa Antuña

Diretora, coreógrafa, bailarina e professora de dança. Ministra os workshops Mulheres que Dançam como LobasDança da AlmaDança Contemporânea, entre outros. Criou a Trilogia do Feminino, três solos de dança e teatro que abordam o universo da mulher.

Atualmente dirige seu Núcleo de Criação, divide a direção da Cia MN com Mário Nascimento e cursa Artes Plásticas na Escola Guignard (UEMG). Seus mais recentes trabalhos são vídeo-danças e curta metragens de dança, realizados durante o isolamento social. Está em processo de criação (modo remoto) do espetáculo Rios Voadores para o Corpo de Dança do Amazonas (AM) e do solo Ninho, para a bailarina Liu Moreira, de Palmas (TO).

É idealizadora e curadora da 1ª Mostra e Seminário A Arte da Coreografia, realizada online durante a pandemia.

Marie Urvoy

Francesa, vive em Nantes. Formou-se no CNSMD em Lyon e depois trabalhou com diferentes companhias como a Compagnie Linga (K. Gdaniec e M. Cantalupo), Arcosm (T. Guerry, C. Rocailleux), Sylvain Groud, Samuel Mathieu.

Atualmente trabalha com as companhias Grupo Tápias (Flávia Tapias), Als (Cecile Laloy), Lo (Rosine Nadjar), Contrepoint (Yan Raballand) e Strate (Harris Gkekas).

Clara da Costa

Bailarina, coreógrafa e educadora. Graduada em Major Performance na SEAD, em Salzburg, Áustria, também estudou na Tisch School of the Arts – NYU, EUA. Ministrou workshop para Cirque de Soleil em Salzburg, Áustria. Participou de projetos e performances com os coreógrafos internacionais. Seus principais trabalhos autorais em dança contemporânea são:  synergy (RJ), p r e SENTE (RJ), Experimental Colorful Genies Flying on Butterflies (AT), Lil’C (NY), Rush (PR).

No Teatro Musical atua como coreógrafa, preparadora corporal, diretora de movimento e coreógrafa.

Desde 2003, facilita o workshop Corpo Único (dança contemporânea e improvisação) no Brasil e Europa, além de aulas regulares de dança e consciência corporal. Atualmente é parte integrante do Grupo Tápias e se prepara para coreografar Escola do Rock e Cazuza.

SERVIÇO:

 Aulas de Dança Contemporânea / Manutenção para profissionais de dança e artes cênicas

PROGRAMAÇÃO DE JULHO (sempre às sextas)

 02 – Flávia Tápias (RJ, Brasil)

09 – Rosa Antuña (MG, Brasil)

16 – Rosa Antuña (MG, Brasil)

23 – Marie Urvoy (Lyon, França)

30 – Clara da Costa (RJ, Brasil)

Horário: 13h30 às 15h

Inscrições: envio de currículo (3 linhas) para o email online@espacotapias.com.br

Apresentado por:

MINISTÉRIO DO TURISMO

Patrocinado por:

INSTITUTO CULTURAL VALE

ENGIE

Realização:

ESPAÇO TÁPIAS

 SECRETARIA ESPECIAL DE CULTURA

MINISTÉRIO DO TURISMO

GOVERNO FEDERAL – PÁTRIA AMADA BRASIL

Dança em Trânsito

Criado em 2002, o Dança em Trânsito é um festival internacional de dança contemporânea que tem por objetivo valorizar, promover e democratizar esta expressão artística, seja pelo intenso intercâmbio entre artistas e companhias do Brasil e do exterior, como também pela itinerância, percorrendo desde as grandes cidades até pequenas localidades no interior do Brasil, em teatros ou espaços públicos. Sua atuação abrange ainda residências artísticas, com oficinas de criação, e workshops, abrindo canais para novos talentos da dança, e a formação de plateias, estimulando o interesse pelas artes e pela dança. O festival é parte do projeto Ciudades Que Danzan, que reúne 41 cidades em diversas partes do mundo com o intuito de difundir a dança contemporânea. Desde a sua criação, o Dança em Trânsito já realizou mais de 650 apresentações de dança contemporânea, abrangendo 103 companhias nacionais e 59 internacionais, de 18 países, passando por 26 cidades no Brasil e no exterior, para um público de mais de 48 mil pessoas. A edição 2020, 100% online, envolveu 739 participantes de 68 cidades e 18 países, com um total, entre transmissões e redes sociais, de mais de 170 mil acessos.

Sobre o Instituto Cultural Vale

O Instituto Cultural Vale parte do princípio de que viver a cultura possibilita às pessoas ampliarem sua visão de mundo e criarem novas perspectivas de futuro. Tem um importante papel na transformação social e busca democratizar o acesso e fomentar a arte, a cultura, o conhecimento e a difusão de diversas expressões artísticas do nosso país, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia criativa. Em 2021, são mais de 150 projetos criados, apoiados ou patrocinados em 24 estados e no Distrito Federal. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados pela Vale via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Visite o site do Instituto Cultural Vale para saber mais sobre sua atuação: institutoculturalvale.org.

Sobre a ENGIE Brasil

No Brasil, a ENGIE é a maior produtora privada de energia elétrica no país, operando uma capacidade instalada de 10.290 MW em 32 usinas em todo o Brasil, o que representa cerca de 6% da capacidade do país. O Grupo possui 90% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes limpas, renováveis e com baixas emissões de gases de efeito estufa, posição que tem sido reforçada pela construção de novas eólicas no nordeste do país e por uma das maiores hidrelétricas do País, Jirau (3.750 MW), localizada no rio Madeira e que foi inaugurada em dezembro de 2016.

O Grupo também atua na área geração solar distribuída e oferece serviços relacionados à energia, engenharia e integração de sistemas, atuando no desenvolvimento de sistemas de telecomunicação e segurança, iluminação pública e mobilidade urbana para cidades inteligentes, infraestruturas e a indústria de óleo e gás. Contando com 3.000 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2016 um faturamento de R$ 6 bilhões.

 

Informações para a imprensa:
Leila Grimming
leilagrimming.imprensa@gmail.com
Tel: 21 98112-3390

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